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'Tirou nossa paz': casa fica cheia de rachaduras e família tem medo de desabamento no interior de SP

'Tirou toda a nossa paz': família vive com medo de rachaduras após rompimento de adutora Uma família de Rio Claro (SP) teme há dois anos o desabamento da ca...

'Tirou nossa paz': casa fica cheia de rachaduras e família tem medo de desabamento no interior de SP
'Tirou nossa paz': casa fica cheia de rachaduras e família tem medo de desabamento no interior de SP (Foto: Reprodução)

'Tirou toda a nossa paz': família vive com medo de rachaduras após rompimento de adutora Uma família de Rio Claro (SP) teme há dois anos o desabamento da casa onde vive por conta de diversas rachaduras. Segundo as moradoras, o imóvel teve a estrutura comprometida após o rompimento de uma adutora de água. Em nota, o Departamento Autônomo de Água e Esgoto (Daae) disse que não está fugindo da responsabilidade sobre o caso e que teve que entrar na Justiça porque envolve recursos públicos. De acordo com o Daae, pela Lei, uma ação como essa precisa passar pela análise administrativa ou pelo Poder Judiciário para verificar se realmente existe o direito à indenização e se há responsabilidade da autarquia. Após essa conclusão, cumprirá o que for definido. Procurada pelo g1, a autarquia informou que em um laudo, elaborado por um perito apontou que "não há risco iminente de ruptura". O Daae disse, ainda, que tem prestado todas as informações necessárias à Justiça para andamento do processo. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Medo dentro de casa Ansiedade, angústia e medo são alguns dos sentimentos sofridos pela professora aposentada Mirian Gandolpho, de 82 anos, que não consegue ter paz dentro da própria casa. "Segundo as pessoas que vieram aqui, bem competentes, disseram que estou em perigo aqui porque as paredes estão se movendo, não estão intactas, então a gente fica receosa que aconteça algo pior", contou Mirian. Família de Rio Claro (SP) vive com medo de rachaduras após rompimento de adutora EPTV/Reprodução A quantidade de rachaduras no imóvel chama atenção, sendo que algumas começam perto do chão e vão até o teto. Outras têm mais de um dedo de largura e em alguns pontos é possível enxergar o tijolo. O portão da residência só fica fechado por causa de uma corrente, pois está desalinhado. A analista de Recursos Humanos (RH), Maria Fernanda Espadoto, contou que entrou em contato com o Daae para comunicar sobre a adutora que havia estourado na rua e que deram um prazo de até 24 horas para ir ao local solucionar. O problema que antes era apenas na calçada ficou maior. "A casa tinha rachado, tinha tido tipo um terremoto. Um estrondo horrível", disse Maria Fernanda. A impressão de quem olha é que a janela da sala pode cair a qualquer momento. A porta e o rodapé estão praticamente soltos. A parede deslocou e, de acordo com Maria Fernanda, os trincos têm aumentado cada vez mais. Família de Rio Claro (SP) vive com medo de rachaduras após rompimento de adutora EPTV/Reprodução Mais notícias da região: MULTA: Polícia Ambiental encontra mais de 60 animais em situação irregular e aplica R$ 85,5 mil em multas em SP VÍDEO: Cachorro 'arteiro' viraliza em brincadeira com isqueiro no interior de SP LUTO: Bebê de 4 meses morre e causa é investigada pela polícia no interior de SP A professora aposentada mora há 57 anos no imóvel e precisou mudar de quarto porque, além do medo de desabamento, quando chove a água escorre pelo teto e pelas paredes. A filha contou que a mãe não dorme mais à noite, só chora e que passou a tomar antidepressivo. Professora aposentada vive com medo da casa onde mora desabar por causa da quantidade de rachaduras em RIo Claro Reprodução/EPTV A garagem da residência foi desativada, pois não é possível passar com o carro. "Fica na rua o carro, mais uma preocupação também. Então tirou toda a nossa paz", disse Mirian. Maria Fernanda explicou que atendeu todas as solicitações feitas pelo Daae e pela Justiça, mas a família pede uma solução o quanto antes. "A gente quer só ser ressarcido do que é o direito nosso, da parte que o engenheiro viu, que já fez". A analista de RH afirmou que metade da casa terá de ser refeita. "Não dá para ser remendada. Ela tem que ser demolida e construída a metade para estar como ela estava antes, que era habitável para nós". Filha da professora aposentada contou que metade da casa precisará ser reconstruída EPTV/Reprodução REVEJA OS VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

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