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Justiça afasta delegado acusado de promover organização criminosa em Itapecerica da Serra

Delegacia de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo Reprodução/Google Maps A Justiça de Itapecerica da Serra afastou da função pública um delegado de ...

Justiça afasta delegado acusado de promover organização criminosa em Itapecerica da Serra
Justiça afasta delegado acusado de promover organização criminosa em Itapecerica da Serra (Foto: Reprodução)

Delegacia de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo Reprodução/Google Maps A Justiça de Itapecerica da Serra afastou da função pública um delegado de polícia denunciado por promover organização criminosa. A decisão atendeu a pedido do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco)e foi tomada na última sexta-feira (6). Na mesma decisão, dois empresários — pai e filho — tiveram a prisão preventiva decretada. Já uma filha e uma funcionária de um deles foram alvo de medidas judiciais que as impedem de acessar a empresa investigada e determinam comparecimento mensal à Justiça para informar sobre suas atividades. Delegado, investigadores, advogados e doleira: quem são os 9 presos em operação contra corrupção na Polícia Civil de SP As cinco pessoas se tornaram rés após a Justiça aceitar denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo. Segundo as investigações, o grupo estruturou uma organização criminosa que operava a partir de uma empresa do setor de implementos rodoviários instalada em Itapecerica da Serra. De acordo com a apuração, a estrutura da empresa era utilizada para comercializar reboques e semirreboques com sinais identificadores adulterados ou suprimidos, muitos deles de origem ilícita. Para viabilizar o esquema, os veículos eram apresentados como se fossem novos ou de fabricação própria, com emissão de documentos e notas fiscais que mascaravam a real procedência dos equipamentos. As investigações apontaram ainda que os líderes do grupo coordenavam as atividades ilícitas e o relacionamento com clientes e funcionários, enquanto outros integrantes atuavam nas áreas administrativa, financeira e comercial da empresa, movimentando valores e participando de transações ligadas ao esquema. Em fiscalizações rodoviárias realizadas em diferentes estados, autoridades identificaram implementos registrados como sendo da empresa, mas que apresentavam características estruturais de outros fabricantes e sinais de remarcação de chassis. Segundo o Ministério Público, o delegado denunciado utilizou as prerrogativas do cargo para atuar em favor da organização criminosa, facilitando suas atividades e contribuindo para a proteção do grupo. Veja os vídeos que estão em alta no g1

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