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NR 1: como a gestão de riscos otimiza resultados e protege os ativos da empresa

Eduardo Marcatto, engenheiro, mestre internacional pela OIT/Itália, vice-presidente da ABRESST e consultor de grandes corporações. Unimed Jundiaí/Divulgaç...

NR 1: como a gestão de riscos otimiza resultados e protege os ativos da empresa
NR 1: como a gestão de riscos otimiza resultados e protege os ativos da empresa (Foto: Reprodução)

Eduardo Marcatto, engenheiro, mestre internacional pela OIT/Itália, vice-presidente da ABRESST e consultor de grandes corporações. Unimed Jundiaí/Divulgação No cenário corporativo atual, a competitividade vai muito além de metas de vendas e faturamento. As empresas de alta performance na região de Jundiaí já entenderam que a sustentabilidade do negócio está diretamente ligada à integridade e à saúde de seus colaboradores. É nesse contexto que a Nova NR 1 (Norma Regulamentadora nº 1) deixa de ser apenas uma exigência legal para se consolidar como uma ferramenta estratégica de gestão. A grande virada de chave da NR 1 foi a introdução obrigatória do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e do GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais). Longe de ser apenas mais uma papelada burocrática, o PGR exige uma postura proativa das empresas: identificar perigos, avaliar riscos e implementar medidas eficazes de controle de forma contínua. Para as organizações, isso se traduz em vantagens comerciais nítidas: Redução de custos ocupacionais: Menos acidentes significam menor absenteísmo e queda nos custos com sinistralidade. Segurança jurídica: Blindagem eficaz contra processos trabalhistas e autuações fiscais. Valorização da marca empregadora: Empresas que cuidam de seus talentos atraem e retêm os melhores profissionais do mercado. Unimed Jundiaí e ABRH: Unindo Forças Pelos RHs Mais Estratégicos da Região Atenta a essa realidade e reafirmando seu papel como parceira estratégica do empresariado local, a Unimed Jundiaí promoveu recentemente um encontro exclusivo em parceria com a ABRH Regional (Associação Brasileira de Recursos Humanos). O evento reuniu os gestores de Recursos Humanos estratégicos da nossa região para debater as melhores práticas, os desafios de implementação e o impacto direto da NR 1 na produtividade das equipes O grande destaque do encontro foi a palestra de Eduardo Marcatto, engenheiro, mestre internacional pela OIT/Itália, vice-presidente da ABRESST e consultor de grandes corporações, sendo uma das maiores referências do Brasil em gestão estratégica de saúde, segurança do trabalho e ergonomia, é uma das maiores referências do país quando o assunto é engenharia de segurança e gestão de riscos na nova era das NRs. A seguir, Eduardo Marcatto compartilha uma reflexão sobre a importância da nova NR-1 e o papel estratégico das empresas na promoção da saúde, da segurança e do bem-estar no ambiente de trabalho. “A atualização da NR-01 representa um importante avanço na gestão da Segurança e Saúde no Trabalho, mas também trouxe muitos equívocos de interpretação. Um dos principais é acreditar que surgiu um novo grupo de fatores de risco ou que a norma passou a exigir avaliações voltadas exclusivamente à saúde mental. Na realidade, a NR-01 continua sendo a norma que estrutura o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), reforçando que a organização deve considerar, conforme a NR-17, os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho dentro da Organização do Trabalho. Isso significa que o foco da prevenção deve estar nas condições em que o trabalho é realizado. Aspectos como sobrecarga, metas incompatíveis, jornadas excessivas, comunicação deficiente, conflitos de papéis, baixa autonomia, falhas na liderança e ausência de participação dos trabalhadores podem constituir fatores de risco que precisam ser identificados, avaliados e gerenciados de forma técnica e integrada aos demais riscos ocupacionais. Nesse contexto, a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP), prevista na NR-17, assume papel fundamental, pois é o instrumento que permite compreender a realidade do trabalho e identificar os fatores físicos, cognitivos e organizacionais, incluindo os fatores psicossociais relacionados ao trabalho. A prevenção deixa de ser baseada apenas em documentos e passa a ser construída a partir da análise das atividades, da participação dos trabalhadores e da implementação de melhorias efetivas. Também é importante destacar que conformidade legal não significa adquirir soluções prontas ou replicar modelos padronizados. Cada organização possui características próprias, e a legislação exige que a gestão dos riscos seja proporcional à sua realidade operacional. Empresas que compreendem esse conceito conseguem transformar a conformidade em vantagem competitiva, reduzindo afastamentos, fortalecendo o clima organizacional, aumentando a produtividade e diminuindo significativamente os passivos trabalhistas e previdenciários. Mais do que atender a uma exigência normativa, estamos falando de uma mudança de cultura. Organizações que investem em gestão, ergonomia e prevenção constroem ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e sustentáveis, gerando benefícios para trabalhadores, lideranças e para o próprio desempenho do negócio. Tenho procurado destacar em todas as minhas palestras que a NR-01 não deve ser encarada como um projeto de saúde mental, mas como um projeto de gestão. Empresas maduras não esperam que o adoecimento aconteça para agir; elas atuam na causa, aperfeiçoando a organização do trabalho. É justamente essa mudança de perspectiva que permitirá transformar uma obrigação legal em uma oportunidade de aumentar a eficiência operacional, a sustentabilidade e a competitividade das organizações.” A Unimed Jundiaí acredita que promover saúde vai além da assistência médica. Por isso, oferece às empresas um portfólio completo de soluções, que inclui planos de saúde empresariais, programas de prevenção e promoção da saúde, apoiando as organizações na construção de ambientes mais saudáveis, seguros e produtivos. Conheça nossas soluções corporativas e fortaleça a gestão da saúde na sua empresa.

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