cover
Tocando Agora:

Instituto Federal investiga uso de IA em caso suspeito de racismo contra aluna no interior de SP

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), campus de Presidente Epitácio IFSP O Instituto Federal de São Paulo (IFSP) invest...

Instituto Federal investiga uso de IA em caso suspeito de racismo contra aluna no interior de SP
Instituto Federal investiga uso de IA em caso suspeito de racismo contra aluna no interior de SP (Foto: Reprodução)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), campus de Presidente Epitácio IFSP O Instituto Federal de São Paulo (IFSP) investiga o uso de Inteligência Artificial (IA) em um caso suspeito de racismo contra uma aluna do campus de Presidente Epitácio (SP). A denúncia foi divulgada na noite de sexta-feira (6). Ao g1 e à TV TEM, a Direção-Geral do campus informou neste sábado (7) que recebeu o relato de uma estudante sobre a criação, por meio de uma ferramenta de inteligência artificial, de uma imagem dirigida a ela, que continha conteúdo racista e pejorativo. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Conforme a denúncia, a imagem foi criada por outros alunos da instituição. A estudante também relatou ter sido vítima de situações semelhantes em momentos anteriores. Conforme a Direção-Geral, a ocorrência será apurada com base nos procedimentos e nas normas institucionais do Regime Disciplinar Discente (RDD). Agora no g1 Durante a investigação, os alunos suspeitos foram advertidos e orientados a não terem contato com a denunciante para que não haja outras situações de constrangimento. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pelo IFSP. A estudante que teria sido vítima da situação foi acolhida pela instituição, conforme consta na nota. Nas redes sociais, o IFSP de Presidente Epitácio também publicou uma nota de repúdio. Confira abaixo. IFSP de Presidente Epitácio (SP) publicou uma nota de repúdio contra racismo Reprodução/redes sociais Racismo é crime Em 1988, a Constituição instituiu o crime de racismo no Brasil, estabelecendo que é inafiançável - quer dizer, não se pode pagar para escapar da prisão -, e imprescritível - ou seja, não há prazo para que os autores sejam punidos pela Justiça. Em 1997, a Lei do Racismo foi ampliada e foi criado também o crime de injúria racial, que está associado ao uso de palavras depreciativas com a intenção de ofender a honra da vítima, de atacar diretamente a pessoa por causa de sua raça e cor. Os crimes de racismo e injúria racial preveem penas de dois a cinco anos desde 11 de janeiro de 2023, quando o presidente Lula (PT) sancionou a alteração na Lei Contra o Racismo, de 1989. No novo texto de 2023, o crime de injúria racial passou a ser equivalente ao racismo. A modificação também prevê pena para o racismo religioso e recreativo e para o praticado por funcionário público. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

Fale Conosco