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Artistas, amigos e políticos prestam solidariedade à musa da Rosas de Ouro após rebaixamento da escola no Carnaval de 2026

Regina Nunes, esposa do prefeito Ricardo Nunes, Ana Beatriz Godoi e a vereadora Zoe Martinez (PL). Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais Artistas, amigos e pol...

Artistas, amigos e políticos prestam solidariedade à musa da Rosas de Ouro após rebaixamento da escola no Carnaval de 2026
Artistas, amigos e políticos prestam solidariedade à musa da Rosas de Ouro após rebaixamento da escola no Carnaval de 2026 (Foto: Reprodução)

Regina Nunes, esposa do prefeito Ricardo Nunes, Ana Beatriz Godoi e a vereadora Zoe Martinez (PL). Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais Artistas, amigos e políticos prestaram solidariedade à musa da Rosas de Ouro, Ana Beatriz Godoi, após o rebaixamento da escola no carnaval de 2026 para o Grupo de Acesso 1. A agremiação da Brasilândia, na Zona Norte, foi a penúltima colocada na apuração que aconteceu na tarde de terça-feira (17), no Sambódromo do Anhembi. A escola, que tinha sido campeã no ano passado, agora vai amargar um ano de rebaixamento. A primeira a prestar solidariedade à Rainha de Bateria da Rosas foi a primeira-dama de São Paulo, Regina Carnovale Nunes, esposa do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Ela escreveu nas redes sociais que “independente do resultado, sempre estarei aqui”, em solidariedade à Ana Beatriz. Regina Nunes e a vereadora Zoe Martínez (PL) prestam solidariedade à Ana Beatriz Godoi. Reprodução/Redes Sociais A vereadora Zoe Martinez (PL) também postou que “ano que vem tem mais” e que vai estar torcendo pela volta da Rosas de Ouro para o Grupo Especial em 2027. “Amiga, você honra a escola no corpo e na alma. 2027 vem aí. Azul e Rosa não desbota”, escreveu um amigo da musa também ao falar do rebaixamento. Ana Beatriz Godoi com a fantasia usada no carnaval de 2026, onde a escola levou para a avenida o samba-enredo 'Escrito nas Estrelas'. Reprodução/Redes Sociais De campeã de 2025 ao rebaixamento Campeã do Grupo Especial do Carnaval 2025, a Rosas de Ouro foi rebaixada ao terminar em penúltimo lugar, com 268,4 pontos. Quinta a entrar na avenida, a Roseira levou para a avenida o enredo “Escrito nas Estrelas”. O desfile percorreu da criação do universo ao momento em que as civilizações passaram a usar os astros como guia. Membros da escola Rosas de Ouro durante a apuração do Grupo Especial de Carnaval 2026. RODILEI MORAIS/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Apesar de ter feito uma apresentação considerada consistente, a escola já começou a disputa em desvantagem: perdeu 0,5 ponto por atraso na entrega das pastas técnicas destinadas aos jurados. Na comissão de frente, outro problema impactou o desempenho. A proposta previa 12 componentes, cada um representando um signo do zodíaco, mas o integrante que representaria Libra passou mal e não entrou na avenida. Libra é justamente o signo da escola, fundada em 18 de outubro de 1971, e é tradicionalmente associado à justiça e ao equilíbrio. LEIA TAMBÉM: Mocidade Alegre é campeã do carnaval de SP e conquista o 13º título Gaviões da Fiel bate na trave e perde título do Carnaval de SP por um décimo A 15 metros do chão, Vitor diCastro encarna Walter Mercado pela Rosas de Ouro Vitor diCastro encarna Walter Mercado pela Rosas de Ouro O quesito com as menores notas foi a bateria. A Rosas recebeu 9,6 — a menor nota da escola em toda a apuração — além de dois 9,9 e um 10. Nesse quesito, os jurados avaliam a manutenção do ritmo em sintonia com o samba (sustentação), a precisão e o sincronismo entre os instrumentos (execução), o equilíbrio de volumes entre os naipes (equalização), a afinação dos timbres e as bossas, que devem ser criativas e bem executadas. O único quesito que recebeu todas as notas 10 foi enredo. Segundo o manual do julgador, são analisados critérios como realização narrativa, desenvolvimento do roteiro e leitura plástica do tema na avenida. Passistas da Rosas de Ouro fantasiados na temática da astrologia, no Anhembi, na madrugada de sábado (14). Natália Rampinelli/ AgNews Além das questões técnicas, a escola enfrentou um episódio grave nos bastidores. Uma mulher que desfilava como semi-destaque teve parte do dedo esmagada por uma empilhadeira na área de concentração do Sambódromo. Segundo um funcionário da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo (Liga-SP), que presenciou o acidente, a integrante era içada para o segundo carro alegórico quando colocou a mão em um ponto inadequado do equipamento e acabou ferida. Mesmo com elogios de parte do público, o desconto inicial de pontos e as notas baixas em quesitos decisivos pesaram na soma final e culminaram no rebaixamento da então campeã. Mestre-sala e porta-bandeiras da Rosas de Ouro, na madrugada de sábado (14) no Anhembi. Natália Rampinelli/ AgNews

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